Você já se pegou pensando se o seu cansaço diário é normal, mesmo após uma noite de sono? Ou talvez alguém próximo tenha comentado sobre seus roncos ou paradas respiratórias durante a noite? Essas são questões importantes que o exame de polissonografia pode ajudar a desvendar, abrindo portas para uma vida com muito mais qualidade e bem-estar.
Aqui na Microsom, dedicamo-nos a promover a qualidade de vida, e entender o seu sono é um passo fundamental para isso.
Neste artigo, vamos explorar em profundidade a polissonografia, desde o que ela é e como é feita até por que se tornou a ferramenta mais eficaz para diagnosticar distúrbios do sono, como a apneia. Nosso objetivo é fornecer informações claras e úteis para que você possa tomar as melhores decisões sobre a sua saúde e redescobrir o prazer de uma noite de sono verdadeiramente reparadora.

O que é polissonografia?
A polissonografia é um estudo completo do sono que monitora diversas funções do seu corpo enquanto você dorme. É considerada o padrão-ouro para o diagnóstico de distúrbios do sono, pois registra uma série de dados fisiológicos importantes. Imagine que, durante uma noite, o seu corpo se torna um “livro aberto” para os especialistas, revelando padrões de respiração, atividade cerebral, batimentos cardíacos, movimentos musculares e níveis de oxigênio.
Não se trata apenas de “observar” se você ronca ou não. O exame de polissonografia, é uma análise científica e detalhada que permite identificar e quantificar problemas que muitas vezes passam despercebidos, mas que impactam profundamente sua saúde e qualidade de vida.
Tipos de polissonografia
A medicina do sono evoluiu para oferecer diferentes modalidades de exames, permitindo que a escolha do procedimento seja personalizada conforme a avaliação médica, a suspeita clínica e as condições de saúde do paciente.
Polissonografia de noite inteira: o monitoramento completo
Conhecida como Tipo 1, esta é a modalidade mais tradicional e abrangente, realizada em laboratório sob supervisão técnica constante. Por meio de diversos sensores que medem desde a atividade cerebral e muscular até os parâmetros respiratórios e cardíacos, este exame fornece a maior riqueza de dados possível, sendo fundamental para o diagnóstico detalhado de distúrbios complexos do sono.
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Polissonografia domiciliar: uma alternativa prática e confortável
Geralmente classificada como Tipo 3, esta versão simplificada foca na comodidade de realizar o exame no ambiente habitual do paciente, reduzindo a ansiedade e favorecendo um sono mais natural. Embora monitore um número menor de variáveis — concentrando-se nos parâmetros respiratórios essenciais —, é uma opção prática e eficaz, indicada especialmente para investigar a apneia obstrutiva do sono em casos selecionados.
Polissonografia basal e tipo 1: entendendo as classificações
É importante distinguir a função do exame de sua classificação técnica. A “polissonografia basal” refere-se à finalidade diagnóstica: é o primeiro exame feito para entender a gravidade do problema antes de qualquer tratamento. Já a “polissonografia Tipo 1” define o nível de complexidade técnica (exame completo em laboratório). Existem outros níveis técnicos (II, III e IV) que são progressivamente menos completos, como a polissonografia domiciliar que se enquadra no Tipo III.
A importância da polissonografia no diagnóstico de distúrbios do sono
O sono não é um luxo, mas uma necessidade biológica fundamental para a nossa saúde física e mental. Quando o sono é comprometido por distúrbios, as consequências podem ser graves e se estender por todas as áreas da vida. O exame de polissonografia é, portanto, uma ferramenta vital para identificar a causa desses problemas e permitir o tratamento adequado.
Apneia do sono: o principal alvo da investigação
A apneia do sono é, sem dúvida, o distúrbio do sono mais frequentemente diagnosticado pela polissonografia. Caracteriza-se por pausas repetitivas na respiração durante o sono, que podem durar de dez segundos a até mais de um minuto.
Essas interrupções levam à queda dos níveis de oxigênio no sangue e a microdespertares cerebrais, fragmentando o sono e impedindo que o corpo descanse adequadamente.
Os sintomas mais comuns incluem ronco alto e frequente, pausas na respiração presenciadas por um parceiro, sonolência diurna excessiva, fadiga, dor de cabeça matinal, dificuldade de concentração e irritabilidade. Por isso, é de extrema importância obter um diagnóstico precoce.
Outros distúrbios do sono identificados (insônia, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas)
Além da apneia, a polissonografia é capaz de identificar uma gama variada de outros distúrbios do sono que afetam milhões de pessoas.
- Insônia: embora muitas vezes diagnosticada clinicamente, a polissonografia pode ajudar a identificar causas subjacentes da insônia, como movimentos periódicos dos membros durante o sono ou outros problemas respiratórios leves que fragmentam o sono sem que a pessoa perceba;
- Narcolepsia: é uma doença neurológica crônica caracterizada por sonolência diurna excessiva e ataques súbitos de sono. A polissonografia, juntamente com o Teste de Latências Múltiplas do Sono (TLMS), é essencial para o diagnóstico, revelando um início anormalmente rápido do sono REM (Rapid Eye Movement);
- Síndrome das Pernas Inquietas (SPI): este distúrbio neurológico causa uma necessidade incontrolável de mover as pernas, geralmente acompanhada de sensações desagradáveis, que pioram à noite e em repouso. A polissonografia pode registrar os Movimentos Periódicos dos Membros durante o Sono (MPMS), que frequentemente se associam à SPI e fragmentam o sono;
- Parassonias: são eventos físicos indesejáveis que ocorrem durante o sono, como sonambulismo, terror noturno, bruxismo (ranger de dentes) e distúrbio comportamental do sono REM. A polissonografia registra a ocorrência desses eventos e sua relação com as fases do sono.
Os riscos de distúrbios do sono não diagnosticados
Deixar de investigar e tratar um distúrbio do sono pode ter repercussões sérias e duradouras para a sua saúde. Muitas pessoas subestimam o impacto de uma noite mal dormida, mas a ciência já demonstrou a profunda conexão entre a qualidade do sono e o funcionamento de diversos sistemas do nosso corpo.
Impacto na saúde cardiovascular e metabólica
Distúrbios como a apneia do sono estão diretamente relacionados a um risco aumentado de problemas cardiovasculares. A cada apneia, o corpo entra em um estado de estresse, elevando a pressão arterial e a frequência cardíaca. Ao longo do tempo, isso pode levar a:
- Hipertensão arterial: a apneia não tratada é uma das principais causas de hipertensão secundária e resistente a medicamentos;
- Doenças cardíacas: risco maior de infarto do miocárdio, arritmias e insuficiência cardíaca;
- Acidente Vascular Cerebral (AVC): a falta de oxigênio durante o sono e o estresse cardiovascular aumentam as chances de AVC;
- Diabetes tipo dois: a fragmentação do sono e a privação crônica do sono podem afetar o metabolismo da glicose e a sensibilidade à insulina, contribuindo para o desenvolvimento ou agravamento do diabetes;
- Obesidade: a privação do sono desregula hormônios que controlam o apetite, como a leptina e a grelina, levando ao aumento da fome e, consequentemente, ao ganho de peso.
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Prejuízos na concentração, humor e qualidade de vida
O sono inadequado também cobra um preço alto da sua saúde mental e cognitiva. A sonolência diurna, um dos sintomas mais comuns, não é apenas um incômodo, mas um sinal de que seu cérebro não está recebendo o descanso necessário para funcionar otimamente.
- Dificuldade de concentração e memória: a capacidade de focar, aprender e reter informações é severamente comprometida, impactando o desempenho profissional e acadêmico;
- Alterações de humor: irritabilidade, ansiedade e depressão são frequentemente associadas à privação crônica do sono. O sono REM, em particular, é crucial para a regulação emocional;
- Risco de acidentes: a sonolência ao volante é tão perigosa quanto dirigir embriagado. Distúrbios do sono aumentam significativamente o risco de acidentes de trânsito e de trabalho;
- Diminuição da qualidade de vida: a soma de todos esses fatores resulta em uma drástica redução na qualidade de vida, impactando relacionamentos, lazer e a capacidade de aproveitar o dia a dia.
Diante de um cenário tão preocupante, fica evidente que investigar a causa de um sono insatisfatório é mais do que uma opção, é uma prioridade.
Polissonografia: como é feito o exame
A ideia de passar uma noite em um ambiente diferente, com sensores conectados ao corpo, pode gerar dúvidas e até um pouco de apreensão. No entanto, o processo é bem mais simples e confortável do que você imagina. Vamos detalhar as etapas para que você se sinta seguro e preparado.
Orientações pré-exame e o que levar
Antes do dia do exame, você receberá orientações específicas da equipe clínica. Geralmente, elas incluem:
- Evitar cafeína e álcool: nas vinte e quatro horas que antecedem o exame, é fundamental evitar substâncias estimulantes, como café, chás energéticos, refrigerantes e chocolate, bem como bebidas alcoólicas, que podem alterar os padrões de sono;
- Rotina normal: tente manter sua rotina diária o mais normal possível. Exercícios físicos leves durante o dia são aceitáveis, mas evite atividades extenuantes antes de dormir;
- Higiene: tome um banho relaxante e lave o cabelo antes de ir para a clínica. Evite usar cremes, óleos ou maquiagem, pois podem interferir na aderência dos eletrodos;
- O que levar: prepare uma pequena mochila como se fosse passar uma noite fora. Leve pijama, roupas confortáveis para o dia seguinte, itens de higiene pessoal e, se necessário, seus medicamentos de uso contínuo (informando a equipe). Um livro ou revista para relaxar antes de dormir também pode ajudar;
- Chegada: você será orientado sobre o horário de chegada à clínica, geralmente no início da noite, para que haja tempo suficiente para a preparação antes do sono.
O receio de “não conseguir dormir na polissonografia”: dicas e mitos
Uma das maiores preocupações dos pacientes é o medo de “não conseguir dormir na polissonografia”. É natural sentir-se um pouco ansioso ou desconfortável no primeiro momento, mas a experiência mostra que a maioria das pessoas consegue dormir o suficiente para que o exame seja conclusivo.
Dicas para uma noite mais tranquila:
- Relaxe: lembre-se que o ambiente é projetado para o conforto, e a equipe está ali para te auxiliar;
- Siga sua rotina: tente manter seus hábitos noturnos o máximo possível (ler um livro, ouvir música calma, etc.);
- Não se preocupe em “dormir bem”: o objetivo não é ter a melhor noite de sono da sua vida, mas sim registrar como o seu corpo se comporta, mesmo que o sono seja um pouco mais leve do que o habitual. Pequenas alterações são esperadas e consideradas na análise;
- Comunique-se: se sentir algum desconforto com os sensores ou precisar ir ao banheiro, avise o técnico. Ele está presente para garantir seu bem-estar.
Mitos:
- “Não vou dormir nada”: embora alguns durmam menos, a maioria tem tempo de sono suficiente para o registro de todos os estágios;
- “Os fios incomodam muito”: os eletrodos são fixados de forma segura, mas maleável. Após alguns minutos, você se acostumará com a sensação;
- “O ambiente é frio e estranho”: os laboratórios são climatizados e as salas de exame são projetadas para serem acolhedoras, lembrando um quarto de hotel.
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Eletrodos e sensores: o que eles medem (ondas cerebrais, respiração, batimentos cardíacos)
Ao chegar ao laboratório, um técnico especializado irá preparar você para o exame. Ele conectará uma série de eletrodos e sensores cuidadosamente ao seu corpo, de forma não invasiva. A ideia é captar as diversas “conversas” que seu corpo tem consigo mesmo durante o sono.
- Ondas cerebrais (Eletroencefalograma – EEG): eletrodos no couro cabeludo registram a atividade elétrica do cérebro, permitindo identificar os diferentes estágios do sono (vigília, sono NREM – N1, N2, N3 – e sono REM). Isso é crucial para detectar distúrbios como insônia ou narcolepsia;
- Movimentos oculares (Eletro-oculograma – EOG): sensores perto dos olhos registram os movimentos oculares, importantes para identificar o sono REM;
- Atividade muscular (Eletromiograma – EMG): eletrodos no queixo e nas pernas medem a atividade muscular, ajudando a identificar parassonias, bruxismo e movimentos periódicos dos membros;
- Respiração: cintas elásticas no tórax e abdômen registram o esforço respiratório, enquanto um sensor nasal mede o fluxo de ar. Isso é fundamental para detectar apneias e hipopneias;
- Batimentos cardíacos (Eletrocardiograma – ECG): eletrodos no peito registram a frequência e o ritmo cardíaco, revelando arritmias ou outras alterações cardiovasculares relacionadas ao sono;
- Saturação de oxigênio (Oximetria): um pequeno sensor no dedo monitora continuamente os níveis de oxigênio no sangue, indicando quedas que podem ser causadas por apneia;
- Posição corporal: um sensor no tórax ou abdômen registra as mudanças de posição durante a noite, pois algumas condições podem ser piores em determinadas posições;
- Ronco: um microfone pode ser usado para registrar e quantificar o ronco.
Todos esses dados são transmitidos para um computador em outra sala, onde a equipe técnica acompanha o exame em tempo real.
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Acompanhamento por equipe especializada em laboratório do sono
Uma das grandes vantagens da polissonografia de noite inteira é o acompanhamento por equipe especializada em laboratório do sono. Durante toda a noite, um técnico treinado monitora os sinais vitais do paciente e o funcionamento dos equipamentos.
Se houver algum problema com um sensor, ou se o paciente precisar de auxílio (ir ao banheiro, por exemplo), o técnico estará disponível para ajudar. Esse acompanhamento garante a qualidade do registro e o conforto do paciente, elementos essenciais para um resultado preciso e confiável. Essa vigilância constante e a expertise da equipe fazem da polissonografia em laboratório a opção mais completa e segura para a investigação de distúrbios complexos do sono.
Interpretação dos resultados: o que o estudo do sono revela?
Após a noite de sono e a coleta de dados, a próxima etapa crucial é a interpretação dos resultados da polissonografia. Essa análise minuciosa é realizada por um médico especialista em medicina do sono, que irá transformar as horas de gráficos e números em um diagnóstico claro e um plano de tratamento. É aqui que o estudo do sono revela os segredos por trás de suas noites mal dormidas.
O diagnóstico de apneia: índices e gravidade
Para o diagnóstico da apneia do sono, o médico analisa principalmente a ocorrência de apneias (pausas completas na respiração) e hipopneias (reduções significativas no fluxo de ar) durante o sono.
IAH (Índice de Apneia e Hipopneia) e seu significado
O principal indicador utilizado para diagnosticar a apneia é o IAH (Índice de Apneia e Hipopneia). Ele representa o número total de apneias e hipopneias por hora de sono. O valor do IAH é fundamental para determinar a presença e a gravidade da apneia do sono:
- Normal: IAH menor que cinco eventos por hora.
- Apneia leve: IAH entre cinco e quinze eventos por hora. Pessoas com apneia leve podem ter sintomas como ronco e cansaço diurno.
- Apneia moderada: IAH entre quinze e trinta eventos por hora. Os sintomas são mais pronunciados e o risco para a saúde aumenta.
- Apneia grave: IAH acima de trinta eventos por hora. Nesses casos, os riscos cardiovasculares e outros prejuízos à saúde são significativos e exigem tratamento imediato.
O relatório da polissonografia também detalha o menor nível de saturação de oxigênio atingido (SpO2), a duração das apneias, o tempo total de sono e a eficiência do sono. Esses dados, combinados com a história clínica do paciente, permitem ao médico traçar um perfil completo do distúrbio e recomendar a melhor abordagem.
Outras descobertas do monitoramento do sono
Além do IAH e do diagnóstico de apneia, a polissonografia oferece um panorama completo do seu sono, revelando outras informações valiosas:
- Arquitetura do sono: o exame detalha os estágios do sono (NREM e REM), mostrando se a pessoa está atingindo as proporções adequadas de cada estágio e se há fragmentação do sono, que pode indicar outros distúrbios. Por exemplo, a falta de sono REM pode estar ligada a problemas de memória e regulação emocional;
- Padrões de despertar: registra os microdespertares (que a pessoa não percebe) e os despertares completos, associando-os a eventos respiratórios ou outros movimentos, ajudando a entender as causas da insônia;
- Movimentos periódicos dos membros: como mencionado, a polissonografia quantifica esses movimentos involuntários das pernas (ou braços), que podem fragmentar o sono e são característicos da Síndrome das Pernas Inquietas ou de outros distúrbios de movimento;
- Bruxismo: a atividade elétrica dos músculos da mandíbula pode ser registrada, diagnosticando o bruxismo do sono, que pode causar dor na mandíbula e desgaste dental;
- Arritmias cardíacas: o monitoramento do ECG pode revelar a presença de arritmias cardíacas que ocorrem especificamente durante o sono, muitas vezes relacionadas a apneia grave.
Com todas essas informações em mãos, o médico pode elaborar um plano de tratamento personalizado, visando não apenas a resolução do problema principal, mas a otimização de todo o ciclo do sono do paciente.
Microsom: seu suporte após um diagnóstico
Receber um diagnóstico de distúrbio do sono pode gerar muitas perguntas e preocupações. É nesse momento que a Microsom se torna sua aliada, oferecendo não apenas produtos de alta tecnologia, mas um suporte completo para que você retome o controle da sua saúde e da sua qualidade de vida.
Nossa trajetória é pautada na excelência e no compromisso com o bem-estar dos nossos clientes.
Tratamento com CPAP: aparelhos e máscaras
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Na Microsom, você encontrará uma linha completa de aparelhos CPAP modernos e silenciosos, projetados para oferecer o máximo de conforto e eficácia. Além dos aparelhos, a escolha da máscara CPAP é crucial para a adaptação ao tratamento. Oferecemos diversas opções – nasal, oronasal e almofadas nasais – de marcas renomadas, garantindo que você encontre o modelo que melhor se ajusta ao seu rosto e às suas necessidades, proporcionando uma vedação perfeita e o máximo de conforto durante a noite.
Suporte e acompanhamento para a melhor adaptação
Sabemos que iniciar o tratamento com CPAP pode ser um desafio para algumas pessoas. Por isso, na Microsom, oferecemos um suporte e acompanhamento especializado para garantir a sua melhor adaptação. Nossa equipe de profissionais altamente qualificados está pronta para:
- Orientação detalhada: explicar o funcionamento do aparelho e da máscara, como realizar a limpeza e a manutenção adequada;
- Ajuste da máscara: ajudar na escolha e no ajuste perfeito da máscara, garantindo conforto e eficácia do tratamento;
- Acompanhamento inicial: realizar um acompanhamento próximo nos primeiros dias e semanas de uso, sanando dúvidas e ajustando parâmetros conforme necessário;
- Dicas de adaptação: fornecer estratégias e dicas práticas para superar eventuais dificuldades, como o receio de dormir com o aparelho ou a sensação de claustrofobia.
Nosso compromisso vai além da venda do produto; queremos que você tenha uma experiência única e que o tratamento seja um sucesso duradouro. Acreditamos que, com o suporte certo, é possível transformar a qualidade do seu sono e, consequentemente, a sua vida.
Um sono de qualidade começa com o diagnóstico certo: redescubra o prazer de viver bem com a Microsom
A busca por uma vida plena e com energia começa com um sono reparador. Como vimos, o exame de polissonografia é a ferramenta essencial para entender o que acontece em suas noites e identificar os distúrbios que podem estar roubando sua qualidade de vida. Um diagnóstico preciso é o ponto de virada, o primeiro passo para resgatar o seu bem-estar e o prazer de acordar revigorado.
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FAQ
Polissonografia: onde fazer o exame?
Em laboratórios do sono, clínicas especializadas ou em casa (polissonografia domiciliar). A Microsom pode indicar parceiros.
O que a polissonografia detecta?
Distúrbios do sono como apneia, insônia, narcolepsia, pernas inquietas, parassonias e bruxismo.
Quanto tempo dura o exame de polissonografia?
Uma noite inteira: cerca de 6 a 8 horas, mais 45 min a 1 hora de preparação.
Como dormir na polissonografia?
Siga as orientações (evite cafeína/álcool), leve itens pessoais e apenas relaxe. A equipe acompanha tudo.







